Festa pra que te quero
Vou postar atrasada a crônica que eu fiz pro natal mas não consegui botar por causa dos problemas que deram nessa porcaria de blog. Sorry pelo tema já velho:
...
Está chegando o natal! Como saber? Simples, se você liga a televisão e 3 canais diferentes estão passando ao mesmo tempo algum filme com as palavras “natal” ou “noel” (exceto os clássicos “milagre na rua 34” e “A rena do nariz vermelho”) no título - strike 1.
Você ouve na Globo chamadas entusiasmadas para um show “emocionante” do Rei Roberto Carlos – Strike 2.
E por último mas não menos importante, em algum momento nas próximas duas semanas a Xuxa vai salvar o espírito natalino ou o Didi Mocó vai aprontar uma confusão junto de um monte de crianças carentes em algum programa especial – Srike 3, e está fora!
Mas o que eu mais odeio, não só nessa época de fim de ano mas em todos os outros feriados pré-fabricados, é essa obrigação de ficar feliz, de sorrir. Será que só eu fico incomodado com isso? Não quero felicidade com prazo de validade, aliás, prefiro estar triste nos feriados e ser feliz o resto do ano se eu tiver essa opção, que tal? Podemos sorrir e ser gentis o ano inteiro, e no natal xingarmos à vontade, imagina o bem que isso faria ao trânsito carioca?? Porque a não ser que você seja dono de shopping center ou tenha um hotel na orla de copacabana, natal e reveillon são dias normais. Normais exceto pelos engarrafamentos de pessoas querendo ir para a região dos lagos ou outros lugares mais distantes no fim de ano, mas hei, depois de assistir mais um show inédito do “Rei”, quem pode culpá-los por tentar fugir?
Que tal a partir de agora comemorarmos só o que realmente importa: o nascimento de um filho, o primeiro beijo na mulher amada...? Vamos comemorar as coisas simples da vida, sem hora marcada nem filas intermináveis em lojas de sapatos. Aliás, jogue fora seu relógio. Quer viajar com os amigos, abrir uma garrafa de champanhe? Quer presentear alguém? À vontade. E ao invés de um Feliz Natal, Carpe Diem a todos...
Winamp: Boulevard of Broken Dreams - Green Day
"My shadows are the one who walks beside me..."
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Está chegando o natal! Como saber? Simples, se você liga a televisão e 3 canais diferentes estão passando ao mesmo tempo algum filme com as palavras “natal” ou “noel” (exceto os clássicos “milagre na rua 34” e “A rena do nariz vermelho”) no título - strike 1.
Você ouve na Globo chamadas entusiasmadas para um show “emocionante” do Rei Roberto Carlos – Strike 2.
E por último mas não menos importante, em algum momento nas próximas duas semanas a Xuxa vai salvar o espírito natalino ou o Didi Mocó vai aprontar uma confusão junto de um monte de crianças carentes em algum programa especial – Srike 3, e está fora!
Mas o que eu mais odeio, não só nessa época de fim de ano mas em todos os outros feriados pré-fabricados, é essa obrigação de ficar feliz, de sorrir. Será que só eu fico incomodado com isso? Não quero felicidade com prazo de validade, aliás, prefiro estar triste nos feriados e ser feliz o resto do ano se eu tiver essa opção, que tal? Podemos sorrir e ser gentis o ano inteiro, e no natal xingarmos à vontade, imagina o bem que isso faria ao trânsito carioca?? Porque a não ser que você seja dono de shopping center ou tenha um hotel na orla de copacabana, natal e reveillon são dias normais. Normais exceto pelos engarrafamentos de pessoas querendo ir para a região dos lagos ou outros lugares mais distantes no fim de ano, mas hei, depois de assistir mais um show inédito do “Rei”, quem pode culpá-los por tentar fugir?
Que tal a partir de agora comemorarmos só o que realmente importa: o nascimento de um filho, o primeiro beijo na mulher amada...? Vamos comemorar as coisas simples da vida, sem hora marcada nem filas intermináveis em lojas de sapatos. Aliás, jogue fora seu relógio. Quer viajar com os amigos, abrir uma garrafa de champanhe? Quer presentear alguém? À vontade. E ao invés de um Feliz Natal, Carpe Diem a todos...
Winamp: Boulevard of Broken Dreams - Green Day
"My shadows are the one who walks beside me..."

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